Não há mais temas dentro do meu ser para serem exclusivamente criticados. Tudo é criticamente falado. Não há mais nada que eu não chegue a duvidar. Tudo tornou-se duvida. Duvido de mim, dos outros e do meu amor. Duvido da verdade, dos atos e dos acasos. Duvido até mesmo da minha duvida. Não sou feita de insegurança, apenas me tornei um espelho de cada um. Aprendi a mentir e a contar a verdade. A amar e a enganar... e quando isso acontece, tenho um problema agudo.
Sou amiga do amor, conhecida do ódio, e sua colega... Vivo mudando de humor, e quem acha que já foi vitima de minhas transformações, jamais conseguirá entender o que passo dentro de mim.
Tenho poucos amigos, duas pessoas importantes que considero parte do meu ser e um monte de pessoas que dizem "me querer bem". Não sei mais o que significa religião, apenas acredito na minha fé.
Conheci alguém que compartilho o que há de bom em mim, e conseqüentemente, ela acabou conhecendo meu lado ruim. Somos bastante parecidas, e por mais diferente que sejamos em opinião, aprendemos a nos amar.
Acho que sou bastante imperativa quanto a tudo. Não gosto da rotina.
Sei sonhar, amar, abraçar e sou fortemente conquistada pela simplicidade. Não gosto de máscaras, porque elas escondem a verdade e mesmo que dolorosa, eu gosto dela.
Sou um turbilhão de pessoas dentro de uma. Sou seu reflexo, seu amor, beijo doce e despedida. Também sou dor, colo e carícia. Sou um todo, e talvez, você veja um nada.
Deniele.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Devagar...
Não há mais motivos pra seguir adiante com pressa. Por tanto tempo segui meus caminhos correndo, até chegar no final. Mas tive que me perguntar no meio do mesmo: onde, quando e o que é o final? Não sei.
Por isso, diminuí meu passo. Correndo por aí, deixei momentos incríveis passarem sem serem, "prazerosamente", degustados, e hoje, num momento de nostalgia, a saudade me faz ver que não vale a pena correr por aí.
Independente de como é o caminho, vale a pena olhar ao redor e ver a vida acontecer, e melhor do que isso, é fazer parte dela!
Quando as lembranças vierem, não sentiremos tanto aperto, mas sim sorriremos e pensaremos: "Nossa, como foi ótimo viver aquilo".
Assim que deve ser... A cada amanhecer um viver, um hoje, uma nova lembrança. A cada passo lento, um prazer, uma alegria... uma nostalgia da felicidade.
Por isso, diminuí meu passo. Correndo por aí, deixei momentos incríveis passarem sem serem, "prazerosamente", degustados, e hoje, num momento de nostalgia, a saudade me faz ver que não vale a pena correr por aí.
Independente de como é o caminho, vale a pena olhar ao redor e ver a vida acontecer, e melhor do que isso, é fazer parte dela!
Quando as lembranças vierem, não sentiremos tanto aperto, mas sim sorriremos e pensaremos: "Nossa, como foi ótimo viver aquilo".
Assim que deve ser... A cada amanhecer um viver, um hoje, uma nova lembrança. A cada passo lento, um prazer, uma alegria... uma nostalgia da felicidade.
"ando devagar, porque já tive pressa...
levo esse sorriso, porque já chorei demais"
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